quinta-feira, 8 de maio de 2014


Depois das homenagens numa reunião de sargentos e da reafirmação de que Jango prosseguiria com as Reformas de Base, os setores mais conservadores viram a necessidade de uma intervenção militar. Jango soube do levante, vindo de Minas Gerais e São Paulo, ao amanhecer do dia seguinte, em 31 de março de 1964. Em 1º de abril Jango fugiu para o Rio Grande do Sul e depois para o Uruguai.

Ranieri Mazzili, presidente da Câmara Federal, tomou posse da presidência deixando o poder nas mãos dos militares que formaram a Junta Revolucionária. Logo que a direita assumiu, esquerdistas se prepararam para fugir, pois os golpistas vitoriosos passaram a efetivar prisões. E logo, muitos foram obrigados a exilar-se para escapar das perseguições por cassações de acordo com o Ato Institucional I.  

O AI1 foi usado para cassar e suspender os direitos políticos dos cidadãos vistos como opositores ao regime, dentre eles congressistas, militares e governadores. Depois de usarem-no para cassar os “incômodos”, houve uma eleição indireta para o novo presidente, no Congresso Nacional. Elegeram Castelo Branco, mas ele teve problemas.


Da próxima eu falo sobre os problemas, por enquanto, saibam que tem a ver com Linha Dura e Sorbonne.


Até!






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